Autora: Lyly Oak


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O mar de Mônaco cintilava sob o céu noturno, pontilhado de estrelas. A brisa salgada acariciava sua pele enquanto você se apoiava no parapeito do iate, vestindo apenas uma camisola leve, que colava sutilmente ao seu corpo por causa do calor abafado da noite. Os sons do mar se misturavam à música suave que tocava ao fundo — algo lento, denso, com batidas que pareciam pulsar junto ao seu próprio corpo.

Você o sentiu antes mesmo de ouvi-lo.

A presença que fazia cada pelo do seu corpo se eriçar. Os passos silenciosos. O perfume inconfundível — sal, âmbar e desejo. Lewis se aproximou por trás, as mãos firmes pousando na sua cintura com delicadeza, os dedos se aventurando por baixo do tecido fino, como se explorassem um território sagrado.

— Tá fugindo de mim, princesa? — ele murmurou contra sua nuca, a voz rouca, arrastada, carregada de desejo.

Você apenas mordeu o lábio, sem responder, o corpo inteiro atento à proximidade dele. Ele colou o peito às suas costas, e você sentiu. Sentiu o quanto ele estava pronto. O quanto ele te queria ali, agora.

— Fica assim, quietinha... — ele sussurrou, os lábios roçando sua pele enquanto as mãos subiam vagarosamente pelo seu ventre — deixa que eu cuido de tudo.

Ele puxou a alça da camisola, e o tecido escorregou, revelando seu ombro nu sob a luz da lua refletida nas águas. Lewis beijou sua pele exposta, e os dedos já acariciavam seus seios com um misto de reverência e posse.

— Você não imagina quantas vezes eu sonhei com isso... — ele disse, a voz soando como uma confissão sagrada. — Aqui, com o mar assistindo. Onde ninguém toca. Só eu. Onde você é só minha.

Ele virou seu rosto com uma das mãos, forçando você a encará-lo. O olhar dele era escuro, dominador, e ao mesmo tempo vulnerável — como se fosse capaz de queimar e se perder por você. O beijo que se seguiu foi profundo, molhado, faminto. A língua dele invadia sua boca com intensidade, misturando prazer e necessidade.

Em seguida, te ergueu nos braços como se você pesasse nada e a levou até o lounge do iate — almofadas macias, iluminação difusa, céu aberto. Ali, o mundo desaparecia. Restavam apenas vocês dois e o som das ondas quebrando devagar contra o casco.

Lewis a deitou com cuidado, os olhos devorando cada detalhe do seu corpo. Ajoelhou-se entre suas pernas, puxando sua camisola com um único gesto firme. O tecido caiu no chão como se nunca tivesse existido. Você estava nua sob o olhar dele, e o sorriso que surgiu em seus lábios era lento, predador.

— Porra amor... — ele murmurou, antes de se abaixar para explorar cada curva sua com a boca.